• Em geral, o resultado final de destruição de tecido e perda de função renal gradativas
• Pode também resultar de uma doença de início súbito e progressão rápida
• Poucos sintomas ocorrem até que restem menos de 25% da filtração glomerular
• O parênquima normal se perde com rapidez
• Os sintomas se acentuam com a diminuição da função renal
• A doença é fatal sem tratamento
• Diálise ou um transplante renal podem manter a vida
Causas
• Doença glomerular
• Infecção crônica
• Anomalias congênitas
• Doença vascular
• Obstrução
Como ocorre
• Em geral progride em quatro estágios: insuficiência renal leve, moderada, grave e terminal
• A lesão dos néfrons é progressiva
• Os rins mantém a função relativamente normal até a perda de cerca de 75% dos néfrons
• A excreção compensatória continua com a diminuição da taxa de filtração glomerular
• A urina pode conter quantidades anormais de proteínas, hemácias e leucócitos ou cilindros
• Os níveis de creatinina aumentam sem ajuste regulatório
• Lesão intersticial tubular é provoca por tóxicos ou por isquemia, como na necrose tubular aguda
• As alterações estruturais desencadeiam uma resposta inflamatória
• Com a evolução, os néfrons saudáveis são tão sobrecarregados que ficam escleróticos, rígidos e necróticos.
Conseqüências extra-renais
• Hipertensão arterial
• Ruídos cardíacos irregulares e abafados
• Estertores bilaterais nas bases dos pulmões
• Edema periférico
• Redução da atividade dos macrófagos
• Diminuição dos ruídos respiratórios
• Respiração de Kussmaul
• Mucosa digestória inflamada e ulcerada
• Estomatite
• Hálito urêmico
• Pancreatite na insuficiência renal terminal
• Desnutrição
Sinais e sintomas básicos
• Hipervolemia
• Uremia
• Dor muscular e óssea, fraturas
• Neuropatia periférica, alteração do estado mental
• Boca seca, fadiga, náuseas, hipotensão arterial
• Contraturas musculares
• Irritabilidade cardíaca
• Trombocitopenia
• Pele amarelo-bronzeada
• Infertilidade
• Diminuição da libido
• Amenorréia
Complicações
• Anemia
• Neuropatia periférica
• Complicações cardiopulmonares
• Complicações gastrintestinais
• Disfunção sexual
• Defeitos esqueléticos
• Parestesias
• Fraturas patológicas
• Disfunção nervosa motora
Diagnóstico
• Diminuição do ph e do bicarbonato arterial
• Níveis baixos de hemoglobina e hematrócito
• Diminuição da sobrevida de hemácias
• Trombocitopenia discreta
• Defeitos plaquetários
• Níveis plasmáticos elevados de uréia , creatinina, sódio e potássio
• a biopsia renal revela a doença subjacente
Tratamento
• Tratamento dietético: A terapia nutricional no tratamento conservador visa o seguinte: atenuar as manifestações clínicas da síndrome urêmica, principalmente os sintomas gastrintestinais; auxiliar no tratamento das complicações metabólicas conseqüentes da redução da taxa de filtração glomerular, como hipertensão arterial, hiperfosfatemia, hipercalemia, acidose metabólica e resistência á insulina; lentificar o ritmo de progressão da DRC; previnir ou retardar o desenvolvimento de doenças cardiovascularese, com terapia nutricional, manter e/ou recuperar o estado nutricional.
A redução dos alimentos fontes de proteína constitui a principal manipulação dietética utilizada para atender a maioria dos objetivos citados. Os benefícios da diminuição de proteínas da dieta sobre a sintomatologia urêmica já são conhecidos há mais de meio século.
• Tratamento medicamentoso
• Suplementos de ferro e folato
• Transfusões de hemácias
• Estrogênios conjugados
• Diálise
• Pericardiocentese de emergência
• Cirurgia para tamponamento cardíaco
• Diálise peritoneal ou hemodiálise
• Transplante renal

Diabetes Melito
• Distúrbio metabólico caracterizado por hiperglicemia resultante de falta de insulina ou de falta de efeito da insulina
• Três tipos gerais: tipo 1, tipo 2 e diabetes gestacional
• O tipo 1 ocorre antes dos 30 anos de idade
• O tipo 2 ocorre em adultos obesos após 40 anos de idade
Causas
• A etiologia do diabetes do tipo 1 e do tipo 2 é desconhecida
• Fatores genéticos podem ter um papel no aparecimento da doença
• Doença auto- imune e infecções virais podem ser fatores de risco para o tipo 1
• Obesidade
• Estresse fisiológico e emocional
• A gravidez provoca ganho de peso e aumento dos níveis de hormônios que se antagonizam com a insulina
• Alguns medicamentos se antagonizam com os efeitos da insulina
Como ocorre
Tipo 1
• Um evento desencadeante em uma pessoa suscetível provoca a produção de auto- anticorpos contra as células beta do pâncreas
• Diminuição e carência de secreção de insulina
• A deficiência de insulina causa hiperglicemia, lipólise e catabolismo de proteínas
• Características ocorrem quando mais de 90% das células beta foram destruídas
Tipo 2
• Secreção deficiente de insulina, produção diminuída de glicose no fígado ou insensibilidade dos receptores da insulina
• Fatores genéticos são significativos
• Inicio acelerado por obesidade e por vida sedentária
Gestacional
• Mulher sem diagnóstico anterior de diabetes mostra intolerância á glicose durante a gravidez
• Pode ocorrer se hormônios placentários se antagonizam com a insulina
• Fator de risco para ocorrência futura de diabetes melito do tipo 2
Sinais e sintomas básicos
• Poliúria e polidipsia
• Anorexia ou polifagia
• Cefaléias, fadiga, letargia, redução dos níveis de energia
• Cãibras, irritabilidade, labilidade emocional
• Alterações da visão
• Insensibilidade e formigamento
Complicações
• Cetoacidose e coma hiperosmolar
• Doenças cardiovasculares
• Doença vascular periférica
• Retinopatia
• Nefropatia
• Distúrbio metabólico caracterizado por hiperglicemia resultante de falta de insulina ou de falta de efeito da insulina
• Três tipos gerais: tipo 1, tipo 2 e diabetes gestacional
• O tipo 1 ocorre antes dos 30 anos de idade
• O tipo 2 ocorre em adultos obesos após 40 anos de idade
Causas
• A etiologia do diabetes do tipo 1 e do tipo 2 é desconhecida
• Fatores genéticos podem ter um papel no aparecimento da doença
• Doença auto- imune e infecções virais podem ser fatores de risco para o tipo 1
• Obesidade
• Estresse fisiológico e emocional
• A gravidez provoca ganho de peso e aumento dos níveis de hormônios que se antagonizam com a insulina
• Alguns medicamentos se antagonizam com os efeitos da insulina
Como ocorre
Tipo 1
• Um evento desencadeante em uma pessoa suscetível provoca a produção de auto- anticorpos contra as células beta do pâncreas
• Diminuição e carência de secreção de insulina
• A deficiência de insulina causa hiperglicemia, lipólise e catabolismo de proteínas
• Características ocorrem quando mais de 90% das células beta foram destruídas
Tipo 2
• Secreção deficiente de insulina, produção diminuída de glicose no fígado ou insensibilidade dos receptores da insulina
• Fatores genéticos são significativos
• Inicio acelerado por obesidade e por vida sedentária
Gestacional
• Mulher sem diagnóstico anterior de diabetes mostra intolerância á glicose durante a gravidez
• Pode ocorrer se hormônios placentários se antagonizam com a insulina
• Fator de risco para ocorrência futura de diabetes melito do tipo 2
Sinais e sintomas básicos
• Poliúria e polidipsia
• Anorexia ou polifagia
• Cefaléias, fadiga, letargia, redução dos níveis de energia
• Cãibras, irritabilidade, labilidade emocional
• Alterações da visão
• Insensibilidade e formigamento
Complicações
• Cetoacidose e coma hiperosmolar
• Doenças cardiovasculares
• Doença vascular periférica
• Retinopatia
• Nefropatia
Diagnóstico
Em homens adultos e mulheres não grávidas
• Nível de glicose plasmática em jejum de 126mg/dl ou mais em pelo menos duas ocasiões
• Documentação mostrando sintomas típicos de diabetes melito não-contolado
• Dosagem de glicose plasmática aleatória de 200mg/dl ou mais
• Níveis de glicose plasmática de 200mg/dl ou mais 2 horas após a ingestão de 75g de dextrose
• Pesquisa de cetonas no exame de urina e a dosagem de hemoglobina glicosilada
Tratamento
Tipo 1
• Reposição de insulina
• Planejamento de refeições individualizadas
• Exercícios
Em homens adultos e mulheres não grávidas
• Nível de glicose plasmática em jejum de 126mg/dl ou mais em pelo menos duas ocasiões
• Documentação mostrando sintomas típicos de diabetes melito não-contolado
• Dosagem de glicose plasmática aleatória de 200mg/dl ou mais
• Níveis de glicose plasmática de 200mg/dl ou mais 2 horas após a ingestão de 75g de dextrose
• Pesquisa de cetonas no exame de urina e a dosagem de hemoglobina glicosilada
Tratamento
Tipo 1
• Reposição de insulina
• Planejamento de refeições individualizadas
• Exercícios
Tipo 2
• Antidiabéticos orais
• Planejamento de refeições individualizadas
• Manutenção do peso corporal adequado
Gestacional
• Dieta individualizada
• Injeções de insulina, se necessário
• Aconselhamento pós-parto, exercícios regulares, prevenção de ganho de peso
• Antidiabéticos orais
• Planejamento de refeições individualizadas
• Manutenção do peso corporal adequado
Gestacional
• Dieta individualizada
• Injeções de insulina, se necessário
• Aconselhamento pós-parto, exercícios regulares, prevenção de ganho de peso

Hipertensão arterial
• Elevação da pressão arterial diastólica ou sitólica
• Dois tipos: essencial e secundária
• Causa importante de acidente vascular encefálico, doença cardíaca e insuficiência renal
• O risco aumenta com a idade; é maior em negros do que em brancos
Causas
Hipertensão primária
• Apnéia do sono
• Diabetes melito
• Raça
• Fumo
• Consumo excessivo de álcool
• Obesidade
• Diabetes melito
• Raça
• Fumo
• Consumo excessivo de álcool
• Obesidade
Hipertensão secundária
• Coarctação da aorta
• Estenose de artéria renal
• Doença parenquimatosa renal
• Traumatismo craniano
• Gravidez
• Anticoncepcionais orais
Como ocorre
Hipertensão primária
• Aumento da resistência vascular periférica por fatores que aumentam a viscosidade do sangue ou diminuem o lúmen das artérias
• Alterações no leito arteriolar provocam aumento da resistência vascular periférica
• Aumento de volume sanguíneo resultante de disfunção renal ou hormonal
• Espessamento das arteríolas causado por fatores genéticos
• Liberação anormal de renina, resultando em formação de angiotensina II
• Aumento de carga de trabalho cardíaca, porque aumenta a resistência á ejeção ventricular esquerda
• Hipertrofia do ventrículo esquerdo, elevando o trabalho e as necessidades de oxigênio do miocárdio
• Dano vascular, provocando aterosclerose acelerada e lesão de órgãos
Hipertensão secundária
• Lesão renal por doença renal crônica interfere com sistemas, provocando aumento da pressão arterial
• Aldosteronismo primário
• Feocromocitoma aumenta a pressão arterial
Sinais e sintomas básicos
• Com freqüência assintomática
• Cefaléia occipital
• Náuseas e vômitos
• Epistaxe
• Tonteiras
• Sopros
Complicações
• Crise hipertensiva
• Doença arterial periférica
• Aneurisma dissecante da aorta
• Infarto do miocárdio
• Insuficiência cardíaca
Diagnóstico
• Medidas seriadas da pressão arterial
• Exame de urina
• Elevação da uréia e da creatinina no sangue
• Hipocalemia
• Policitemia
Tratamento
Hipertensão primária
• Com freqüência assintomática
• Cefaléia occipital
• Náuseas e vômitos
• Epistaxe
• Tonteiras
• Sopros
Complicações
• Crise hipertensiva
• Doença arterial periférica
• Aneurisma dissecante da aorta
• Infarto do miocárdio
• Insuficiência cardíaca
Diagnóstico
• Medidas seriadas da pressão arterial
• Exame de urina
• Elevação da uréia e da creatinina no sangue
• Hipocalemia
• Policitemia
Tratamento
Hipertensão primária
• Perda de peso
• Restrição de sal na dieta
• Atividade física
• Moderação no consumo de álcool
• Plano de alimentação DASH ( medidas dietéticas para evitar hipertensão )
• Diuréticos tiazídicos
• Anti-hipertensivos
• Bloqueadores beta-adrenérgicos
• Bloqueadores do canal de cálcio
Hipertensão secundária
• Administração parenteral de um vasodilatador ou inibidor adrenérgico.
Modificação do estilo de vida no controle da hipertensão
Redução do peso corporal – Manter o peso corporal na faixa de índice de massa corporal entre 18,5-24,9Kgm2.
Adoção do plano alimentar - Consumo de dieta rica em frutas, vegetais e baixo conteúdo de gordura total saturada
Redução dietética de sódio – Redução da ingestão diária de sódio dietético para não mais do que 100mEq ( 2,4g de sódio ou 6g de cloreto de sódio )
Atividade física – Prática regular de atividade física aeróbica por 30min na maioria dos dias da semana
Moderação no consumo de bebidas alcoólicas – Limitar o consumo diário para 30 ml de etanol para homens e 15 ml para mulheres.
Referências Bibliográficas:
Tratado de Alimentação e Nutrição e Dietoterapia, Sandra M. Chemin S. da Silva, Joana D´Arc Pereira Mura, Editora Roca.
Fisiopatologia, Práxis Enfermagem, Editora LAB.
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